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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Segredos para fazer um bolo nota 10


Aprenda a fazer um bolo fofo e doce com os segredos de duas quituteiras

A quantidade da cobertura varia conforme a pessoa. Mas precisa estar presente, ainda que em pouca quantidade, pois dá charme ao bolo

Quem não gosta de sentir o cheiro de um bolo quentinho saindo do forno? Ou, melhor ainda: fazer um bolo delicioso, fofinho e cheiroso? As boleiras e quituteiras Paula Anselmo, do ateliê de doces Maria Boleira (www.mariaboleira.com.br) e Dijanira Trindade, proprietária da Arte em Bolos (www.arteembolos.com.br), revelam os segredos profissionais que fazem diferença no resultado, mesmo que você não tenha experiência na cozinha:
Massa fofinha

Antes de fazer o bolo, separe todos os ingredientes, nas devidas medidas indicadas na receita e tire os que necessitam de refrigeramento da geladeira. Segundo as boleiras, ingredientes frescos e em temperatura ambiente são o segredo para uma massa fofa e saborosa. Bater a massa até que ela fique uniforme também é essencial.

Outro aspecto importante é respeitar a temperatura - e o tempo - de preaquecimento do forno, contida nas receitas. 
Sem murchar 

A primeira dica para que a massa não murche é não abrir o forno para "espiá-la" nos primeiros 20 minutos. "Se abrir o forno com a massa ainda mole, ela murchará em instantes", avisa Paula.

Como saber, então, se o bolo está pronto? Pelo cheiro. "Quando a cozinha estiver perfumada, abra apenas um pouquinho a porta para verificar se o bolo já assou completamente com o teste do palito", completa a boleira. [A tempo: o teste do palito consiste em espetar um palito na massa - se ele sair limpinho, a massa está no ponto]

Tome cuidado também com o choque térmico: nunca coloque a forma quente diretamente sobre a pia ou em locais com corrente de ar. Deixe o bolo coberto com um pano de prato, em cima do fogão, até esfriar.
A hora de untar

Para que a farinha não fique grudada nas laterais do seu bolo, na hora de untar, passe manteiga na forma inteira e, em seguida, polvilhe farinha apenas no fundo dela. Em seguida, bata a forma dentro da pia, de cabeça para baixo, para tirar o excesso de farinha.

Se preferir, cubra as laterais do recipiente com papel manteiga, para evitar que o bolo grude.
Claras em neve

Bater claras em neve é uma das principais dificuldades na hora de preparar um bolo. Se mal feito, o processo deixa o bolo quebradiço. "Se a clara em neve ficar aguada, o bolo também pode murchar", indica Dijanira.

Deve ser feito de maneira rápida, ainda que manualmente. Pare de bater assim que começar a formar picos, sem deixar endurecer demais.

"Para misturar as claras em neve à massa, desligue a batedeira e misture delicadamente para o areado da clara incorporar na massa sem perder seu volume", diz Paula.

Além disso, para que as claras cresçam, os utensílios usados para batê-la devem estar limpos e sem gordura. "Outro segredo é sempre acrescentar uma pitadinha de sal. Essa é um segredo daquelas tradicionais boleiras que não ouso desobedecer", revela Paula.
Cobertura na medida certa

A quantidade de cobertura é algo bem particular e varia conforme a pessoa. Mas precisa estar presente, ainda que em pouca quantidade, pois dá charme ao bolo - mesmo que seja apenas uma camada de brigadeiro bem espalhada, ou açúcar de confeiteiro em cima de uma massa fresquinha. Você também pode usar pasta americana, para bolos mais requintados.

Regras básicas:

1. Utilize sempre ingredientes de boa qualidade e em temperatura ambiente;

2. Se a receita pedir gemas, bata-as bem, para evitar que a massa fique cheirando ovo;

3. Se o recheio do bolo levar gema, tire a membrana que a envolve, usando uma peneira;

4. Evite excessos - harmonize os sabores;

5. Siga as medidas de cada receita;

6. Após espalhar a cobertura, limpe os excessos do prato com um pano;

7. Sempre que for fazer um bolo, tente se divertir: "Bolo é felicidade, aconchego, celebração e agradecimento. Ter bons pensamentos já é um grande passo para que sua receita seja um sucesso".

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Os segredos de um bom barbecue

É o rei do verão: se tiver um espacinho ao ar livre, convide os amigos e grelhe uns petiscos. Mas antes veja o que deve fazer para que tudo saia perfeito.


Se vai usar algum tipo de tempero ou marinada, deve temperar a carne com antecedência e deixá-la a marinar pelo menos uma hora (de véspera se a carne for grossa e grande).

Já para o peixe, basta marinar em limão e ervas 15 minutos antes de grelhar.

As costeletas devem ser grelhadas a altas temperaturas, com chama forte.

Todas as outras carnes e o peixe devem ser cozinhados a lume mais brando.

Como saber o que é uma alta temperatura? Ponha a mão sobre o centro do carvão (a uma distância segura da chapa, claro): se conseguir mantê-la durante 10 segundos, o calor é baixo; entre 6 e 8, é médio, entre 2 e 4 segundos, o lume está alto.

A não ser que o tenha lavado, não use o mesmo prato para a carne crua e para a carne cozinhada. Use uma espátula ou pinças para virar a carne.

Tenha um garfo à mão para virar os bifes.

Para um típico molho de barbecue, junte 80g de açúcar mascavado, 2 col. (sopa) mostarda, 80ml de molho inglês e 150ml de molho de tomate. Leve ao lume até ficar uniforme.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

PiMeNtA,a RaInHa DoS CoNdImEnToS


Sei que a pimenta não agrada todos os paladares, porém, achei muito válido contar a vocês,quantos benefícios ela nos proporciona, e claro,quebrar os vários mitos que a ronda!Para quem já gosta,vai gosta ainda mais, e para quem não é muito fã do peculiar sabor deste condimento, que a partir do momento em que ler esta matéria, passe a olhar com outros olhos esta preciosidade da culinária.

Existem vários tipos de pimentas no mundo, cada um com sabores e nutrientes diferentes, agradando diversos paladares e organismos.

Apesar disso, muitas pessoas ainda têm receio de consumi-la, pois acreditam que possa causar mais mal do que bem. Se você é uma delas, saiba que diversos estudos recentes têm revelado que a pimenta não é um veneno.A pimenta traz consigo alguns mitos, como por exemplo o de que provoca gastrite, úlcera, pressão alta e até hemorróidas. Nada disso é verdade. Por incrível que pareça, as pesquisas científicas mostram justamente o oposto! Muitos dos benefícios da pimenta estão sendo investigados neste exato momento, pela comunidade científica e farmacêutica.

A pimenta, tanto do gênero piper (pimenta-do-reino) como do capsicum (pimenta vermelha), tem qualidades farmacológicas importantes.

Segundo o médico homeopata Marcio Bontempo, autor do livro Pimenta e seus Benefícios à Saúde, além dos princípios ativos capsaicina e piperina, o condimento é muito rico em vitaminas A, E e C, ácido fólico, zinco e potássio. Tem, por isso, fortes propriedades antioxidantes e protetores do DNA celular. Também contém bioflavonóides, pigmentos vegetais que previnem o câncer.

Graças a essas vantagens, a planta já está classificada como alimento funcional, o que significa que, além de seus nutrientes, possui componentes que promovem e preservam a saúde. Hoje ela é usada como matéria-prima para vários remédios que aliviam dores musculares e reumatismo, desordens gastrintestinais e na prevenção de arteriosclerose.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Boa Alimentação




Sabemos que uma boa alimentação possui forte influência na nossa saúde e na nossa disposição diária.

O segredo de uma boa alimentação não está em comer apenas verduras e legumes, fazer dietas milagrosas ou coisas do tipo. Uma boa alimentação é balanceada, com todos os alimentos em quantidades certas, afinal, o corpo precisa de um pouco do que cada alimento pode oferecer.

Cada pessoa possui necessidades diferentes, existe uma dieta balanceada para homens, para mulheres, para adolescentes, pessoas com colesterol, enfim, o ideal é procurar um nutricionista que é a pessoa certa que dirá o que o seu corpo precisa especificamente e o que você deve comer.

O que todo mundo precisa ter em mente é que magreza nem sempre significa saúde, temos como exemplo pessoas obcecadas por um corpo magro que chegam a doenças como anorexia e bulimia. E que pouca quantidade não equivale à qualidade, por isso devemos saber o que comer.

DICAS PARA UMA BOA ALIMENTAÇÃO

• Evite alimentos gordurosos, pois eles retardam o esvaziamento do aparelho digestivo e demoram mais para ser digeridos. De uma maneira geral, comer bem significa combinar um pouco de tudo: pão, legumes, verduras, frutas, peixes, carnes e derivados do leite.
• Faça refeições leves. Comer em excesso, seja o que for, não é nada saudável, pois pode dificultar a digestão dos alimentos.
• Coma devagar. Seu aparelho digestivo tem um ritmo próprio para movimentar os alimentos. Fazendo as refeições com calma, você ajuda a digestão e evita a sensação de empachamento.
• Mastigue bem os alimentos, para que pequenas partículas de alimento sejam mais facilmente digeridas e absorvidas. Refeições apressadas e alimentos mal mastigados dão muito mais trabalho ao estômago.
• Evite dormir logo após as refeições. Deitando, a possibilidade de regurgitação (volta do alimento do estômago para o esôfago) é maior.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Dicas de ouro para arrasar na cozinha

Descubra como deixar o arroz soltinho, o caldo do feijão grosso, o bife mais macio e suculento e surpreenda sua família

Mulher na cozinha

Quantas vezes você já sentiu vontade de saborear uma comidinha caseira, mas acabou desistindo de prepará-la por medo de errar? Está na hora de deixar esse receio de lado e arriscar. Se o prato não ficar exatamente como você queria, não desista! Releia a receita, encontre o erro e tente novamente - de preferência quando não estiver com pressa. Como tudo na vida, culinária é prática.

Selecionou algumas dicas úteis para ajudá-la no dia a dia da cozinha.

Arroz mais soltinho

1. Use água quente no preparo, pois a fria retarda o cozimento.

2. Adicione algumas gotas de suco de limão para que o arroz fique leve e solto.

3. O tipo agulhinha pede duas partes de água para cada parte de arroz.

4. Para que a água não transborde da panela, adicione um pedacinho de manteiga ao cozimento.

Feijão maravilha

5. Para engrossar o caldo, retire uma concha do feijão cozido e amasse os grãos. Retorne à panela e deixe no fogo por mais alguns minutos.

6. Quer que ele cozinhe rapidamente, mantendo a cor e a textura? Então ferva os grãos por cinco minutos em água abundante, troque a água e termine o cozimento.

7. Acrescente o sal apenas no fim, para ele ficar macio.

Carnes suculentas

8. Amacie a carne de panela: acrescente 1 col. (café) de fermento em pó no cozimento.

9. Frite os bifes em fogo alto para que fiquem suculentos.

10. Tempere qualquer carne com sal somente na hora de servi-la. Isso ajuda a conservar o caldo e a maciez do corte.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

TÉCNICAS E TERMOS CULINÁRIOS


O que é banho-maria?
- É o nome dado ao processo de aquecer ou cozinhar lentamente qualquer ingrediente, mergulhando em água fervente o recipiente que a contém.

O que é besuntar?
- Besuntar consiste em pincelar com algum tipo de gordura um alimento que está sendo grelhado ou assado, para que não fique ressecado.

O que é apurar?
- Apurar é ferver um alimento, evaporando o líquido nele contido para reduzir o seu volume e concentrar o seu sabor.

Como identifico ponto de bala mole?
- Ponto de bala mole é o ponto em que uma pequena quantidade de calda forma uma bolinha quando resfriada em água.

Como sei que a calda está em ponto de fio?
- Para saber se a calda está em ponto de fio, coloque um pouco da calda em um prato e espere esfriar um pouco. Depois, com a ponta dos dedos, aperte e puxe. Deverá se formar um fio que não se desmancha.

O que é curtir?
- É fazer com que o alimento tome fortemente o sabor de um molho ou bebida alcoólica. A carne, por exemplo, pode ser curtida em vinha d’alhos e as pêras em aguardente.

O que é demolhar?
- Demolhar ou deixar em demolho é manter o alimento em água, durante um tempo, para amolecer ou perder o excesso do sal.

O que é escaldar?
- Escaldar é despejar um líquido fervente sobre um alimento ou ainda mergulhá-lo em água fervente por alguns instantes.

O que é flambar?
- É uma técnica que consiste em colocar uma bebida alcoólica tipo conhaque, whisky, rum, em uma concha de metal de cabo largo, aquecê-la diretamente no fogo e despejá-la em chamas sobre os ingredientes do prato ou preparação culinária.

O que é gratinar?
- É tostar a superfície de um prato levando-o ao forno, depois de coberto com molho branco e polvilhado com queijo ralado.

O que é macerar?
- Macerar é deixar um alimento dentro de um molho ou tempero para que tome gosto e amoleça suas fibras.

O que é marinar?
- É deixar um alimento de molho em uma mistura de temperos durante várias horas, ou até dias, para tomar gosto.

O que é sovar?
- Sovar consiste em bater vigorosamente uma massa, com as duas mãos, até que a massa forme bolhas.

O que é refogar?
Refogar é fritar alimentos em pouca gordura até que fiquem ligeiramente macios.

O que é ponto de quebrar?
É quando uma pequena porção da calda ao ser colocada em água fria, forma uma bala dura, isto é ponto de quebrar.

O que é vinha d'alhos?
- É uma mistura feita de vinho, alho, louro, salsinha, cebolinha verde, pimenta-do-reino e cebola espetada com cravos, utilizada para deixar de molho carnes, peixes e aves.

O que é untar?
Untar é passar margarina, manteiga ou óleo em formas ou superfícies de trabalho.

O que é gelatinizar?
É dar consistência firme à preparações, as quais tenham a gelatina como ingrediente.

O que é gelée?
Preparação que tem como base gelatina e usada para dar brilho a preparações culinárias.

O que é roulade?
É uma preparação que foi recheada e depois enrolada.

Dill: é um tempero de cor verde brilhante, com aroma refrescante e sabor muito delicado. Também conhecido como endro e pode ser encontrado fresco ou seco.

Pimenta-rosa: especiaria de aroma menos delicado, cuja cor enriquece qualquer prato.

Ervas-finas: mistura de salsa, cerefólio, estragão e cebolinha verde.

Ciboulette: condimento culinário, usado em saladas verdes.

Chaud-Froid: é uma iguaria que é preparada quente, mas é servida fria. São peças de carne, aves ou peixes cobertos com molho branco.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Culinária do Brasil

Nordeste


A culinária nordestina é fortemente influenciada pela suas condições geográficas e econômicas ao longo da história, assim como pela antiga mistura das culturas portuguesa, indígena e africana, iniciada ainda no século XVI. As comidas quase sempre têm como ingredientes produtos vegetais, muitas vezes cultivados pelos índios desde muito antes da colonização portuguesa, carnes de gado bovino e caprino, peixes e frutos do mar, variando bastante de região para região, de acordo com suas características peculiares.

Pratos característicos da Região Nordeste incluem a tapioca, o vatapá, a moqueca (ambos com frutos do mar e azeite-de-dendê), o baião de dois (feito de arroz e feijão, com diversas variedades, geralmente incluindo também carne seca, queijo coalho, manteiga da terra ou nata), o acarajé (um bolinho de feijões brancos e cebola fritado no azeite de dendê recheado com camarões, pimenta vermelha, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional como patrimônio imaterial em 2004), o mugunzá (feito de feijão e milho, sendo doce em algumas áreas e, em outras, salgado, com linguiça),caruru (quiabo e castanhas de caju, camarões, pimenta e alho), iguaria de origem indígena adaptado pelos escravos nos engenhos e servido aos orixás8 e o sarapatel. Os pratos tem forte influência africana.


Outras comidas tradicionais são a farofa, a paçoca, a canjica, pamonha, a carne-de-sol, a rapadura, a buchada de bode, o queijo coalho, o siquilho, o alfinim, a panelada, a maria-isabel, o carneiro cozido e a galinha à cabidela. Um bolo originário de Pernambuco,8 mas que posteriormente espalhou-se pelo país é o bolo de rolo, feito com farinha de trigo e recheio de goiabada. No Maranhão, desenvolveu-se o cuxá com base em uma erva africana, a vinagreira, recebe ainda o caruru e a língua-de-vaca, outra erva.

A influência africana se estende principalmente pela costa de Pernambuco à Bahia. No restante da costa e no interior, há menos influência da culinária africana. Na costa, são comuns os mariscos, e, em toda a região, as frutas tropicais. As mais conhecidas são as mangas, mamões, goiabas, laranjas,maracujás, abacaxis, fruta-do-conde, e cajus (a fruta e a castanha), mas são muito consumidas também frutas menos frequentes, como o cajá, aseriguela, a cajarana, a pitomba e o buriti. O pequi é também comum em algumas partes do Nordeste, como no sul do Ceará, e é usado em comidas regionais. Diversas variedades de doce são comumente produzidas a partir dessas frutas tropicais, assim como mousses e bolos.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Confira dicas para fazer uma boa feijoada



A conhecida feijoada guarda alguns segredos na hora do preparo. A chef Morena Leite, do restaurante Capim Santo, em São Paulo, revela que em sua receita gosta de cozinhar as carnes junto com o feijão, mesmo quando a ideia é separar tudo depois. "Assim, o prato ganha mais sabor", explica.

Para a feijoada ter mais consistência, ela também retira cerca de um décimo do feijão do preparo e bate no liquidificador para depois retornar para a panela. Um segredo da chef que confere um gostinho especial à comida é incluir, hora do cozimento, uma pimenta dedo-de-moça. "Coloco sem as sementes. Assim fica picante, mas não de maneira exagerada", revela.

Na receita do dia a dia da chef, não entram miúdos do porco, como orelha e rabo, mas ela inclui costela, que também acrescenta sabor proveniente do osso. Para ter um melhor resultado, ela sugere preparar a feijoada um dia antes de ser consumida. "O preparo segue curtindo e fica mais saboroso no dia seguinte", argumenta.


A receita, que segue abaixo, é a segunda da série de pratos de inverno do videocast Boa Vida.

Feijoada (para seis pessoas)

500g de feijão
1 cebola picadinha
Azeite
5 dentes de alho
1 talo de alho-poró
1 talo de salsão
200g de carne-seca
100g de paio
100g de lombo
100g de costela
100g de calabresa
1 pimenta dedo-de-moça sem sementes
1 folha de louro
Salsinha a gosto
Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Deixe as carnes salgadas (carne-seca e lombo) de molho na véspera do preparo, trocando a água duas vezes. Antes de preparar, afervente as mesmas carnes durante 30 minutos, trocando a água mais duas vezes.

Deixe o feijão de molho por 30 minutos.

Em uma panela, refogue o alho e a cebola no azeite. Junte as carnes cortadas, a pimenta dedo-de-moça, o louro, o alho-poró e o salsão.

Escorra o feijão e acrescente na mistura. Cubra com água e deixe cozinhar por duas horas, ou até o feijão ficar macio.

Retire uma concha de feijão e bata no liquidificador. Devolva novamente à feijoada, mexendo até ficar uniforme.

Acerte o tempero com o sal e a pimenta-do-reino. Finalize com a salsinha picadinha.

domingo, 2 de junho de 2013

Os segredos da culinária mediterrânea

Os segredos da culinária mediterrânea

Conhecidos pela longevidade de seus habitantes, os países do mediterrâneo preservam em suas tradições hábitos alimentares bastante saudáveis. Baseada em azeite de oliva, trigo, verduras e legumes, a milenar gastronomia mediterrânea é repleta de benefícios para a saúde e também considerada uma das mais ricas em saborosas e ricas em nutrientes do mundo.

A Dieta Mediterrânea é reconhecida como modelo alimentar de qualidade. De preparo simples e rápido, conquista o paladar de muitos brasileiros. A principal característica desta gastronomia é que os alimentos utilizados, além de saborosos e funcionais, podem prevenir problemas de saúde, principalmente os cardíacos.

No Brasil, a influência da gastronomia mediterrânea pode ser identificada em alguns aspectos. De um lado, existe a presença de ingredientes e receitas que passaram a fazer parte dos hábitos alimentares dos brasileiros, proveniente da colonização europeia - produtos como a berinjela, o azeite de oliva e o alho, os frutos secos e até mesmo receitas com tomates.